sexta-feira, 22 de abril de 2016

Marcos 12.1-12

Evangelho segundo Marcos


Capítulo 12


Versículo 1: Jesus então passou a ministrar-lhes por meio de parábolas: "Certo homem plantou uma vinha, ergueu uma cerca ao redor dela, cavou um tanque para esmagar as uvas e construiu uma torre de vigia. Depois, arrendou a vinha para alguns lavradores e partiu de viagem.

Jesus estava em Jerusalém, juntamente com Seus discípulos, para a comemoração da Páscoa judaica. Seria a última vez que isto aconteceria, pois logo Ele seria morto.

Ele já havia expulsado os comerciantes que profanavam o templo, pois faziam da adoração a Deus um comércio ao venderem animais para serem sacrificados e moedas para serem dadas como oferta ao templo.

Os mestres da lei, ao verem o que Jesus fazia, questionaram-no, perguntando quem tinha dado a Ele autoridade para fazer o que fazia. Jesus começou a falar aos mestres da lei, aos chefes dos sacerdotes e aos líderes religiosos através de uma parábola. A parábola é uma estória contada que traz, de maneira indireta, uma mensagem através de comparações ou analogias.

O homem que plantou as uvas, protegeu a plantação com uma cerca, cavou um tanque para esmagar as uvas a fim de fazer vinho, e construiu uma torre para proteger a plantação é Deus.

Segundo esta parábola, Deus cuidou do povo judeu pessoalmente, até que tudo estivesse em ordem (no Antigo Testamento, encontramos várias narrativas onde Deus fala diretamente aos homens). Depois, deixou tudo aos cuidados dos sacerdotes e se ausentou do cuidado direto da humanidade.

Embora o texto diga, no Antigo Testamento, que Deus falou diretamente com um homem, sabemos que na realidade foi um intermediário de Deus que esteve lá, e não o próprio Deus.

Versículo 2: Chegando a época da colheita, enviou um servo aos lavradores, com o objetivo de receber deles uma parte do fruto da vinha.

O servo enviado à plantação representa os profetas, que agiam como representantes de Deus junto ao povo judeu. Eles foram enviados em diversas ocasiões, sempre tentando reconduzir o povo ao verdadeiro caminho de Deus.

Versículo 3: No entanto, eles o agarraram, o espancaram e o mandaram embora de mãos vazias.

Os agricultores, que deveriam cuidar da plantação de uvas para o dono dela, representavam os sacerdotes e os mestres da lei, que estavam ouvindo essa estória.

Muitas vezes os profetas enviados por Deus foram mortos pelo povo rebelde, sob a aquiescência dos sacerdotes.

Assim, quando deveriam prestar conta dos lucros da plantação, os agricultores que arrendaram as terras simplesmente resolveram não fazer o que foi combinado.

Os sacerdotes, que deveriam ser os representantes de Deus, ensinando o povo como se relacionar com Ele, simplesmente resolveram seguir outros rumos, sem se importarem com o compromisso assumido.

Versículo 4: Então lhes enviou outro servo; e também lhe bateram na cabeça e o humilharam.

Versículo 5: E enviou outro ainda, o qual assassinaram. Então enviou muitos outros; mas a alguns agrediram e a outros mataram.

Jesus relembra os profetas que foram mortos por tentarem reconduzir o povo a Deus. Esses profetas mostraram o quanto os sacerdotes estavam equivocados em seus ensinamentos, e o quão distantes estavam do verdadeiro caminho.

Versículo 6: Finalmente, restava-lhe enviar seu próprio e amado filho; a este lhes enviou com a seguinte intenção: 'A meu filho respeitarão!'

Deus envia, como último recurso, Seu filho amado, Jesus.

Versículo 7: Todavia, aqueles lavradores combinaram entre si: 'Este é o herdeiro! Ora, venham, vamos matemo-lo, e assim a herança será toda nossa.

Pela lei judaica da época, quando uma propriedade não era reclamada por seu herdeiro, ela seria declarada uma "terra sem dono", e poderia se dada à primeira pessoa que dissesse ser sua dona. Matando o herdeiro legal (o filho do dono), os agricultores poderiam dizer que a propriedade era deles.

Jesus sabia que seri morto pelos "maus agricultores", ou seja, por aqueles que deveriam estar cuidando dos negócios de Deus, mas que na realidade apenas cuidavam dos seus próprios interesses. Mais tarde, os sacerdotes do mundo todo (com raras, porém honrosas exceções) passariam também a esquecer que são representantes de Deus na terra, e buscariam defender os seus próprios interesses.

Versículo 8: Então o agarraram, assassinaram e o jogaram fora da vinha.

Jesus descreve o que está prestes a acontecer com Ele próprio.

Versículo 9: Diante disso, o que fará o proprietário da vinha? Virá, destruirá aqueles lavradores e outorgará a vinha a outros vinicultores.

Jesus estava alertando os sacerdotes sobre as consequências do que estavam por fazer. Esse alerta vale para os atuais e os futuros sacerdotes.

Versículo 10: Ainda não lestes esta passagem nas Escrituras? 'A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a pedra principal, angular,

Versículo 11: isto procede do Senhor, e é obra de grande maravilha para todos nós.'"

Jesus cita o Salmo 118, versículo 22.

"Pedra principal" ou "pedra angular": nas construções antigas, era a pedra fundamental, a primeira a ser assentada na esquina do edifício, formando um ângulo reto entre as paredes. Servia para definir a colocação das outras pedras e alinhar toda a construção.

Os construtores da nação judaica rejeitaram a pedra angular, que era o Messias prometido (Jesus).

Versículo 12: Por isso começaram a tramar um jeito de prendê-lo, pois perceberam que Ele havia narrado aquela história com o propósito de avisá-los. Contudo, tinham receio da multidão; e acharam melhor se afastarem.

Assim como hoje, as pessoas daquela época não costumavam apreciar aqueles que diziam a verdade e expunham seus erros!

domingo, 17 de abril de 2016

Marcos 12.27-33

Evangelho segundo Marcos


Capítulo 12


Versículo 27: Mais tarde, chegaram outra vez a Jerusalém. E Jesus, ao caminhar pelo templo, foi abordado pelos chefes dos sacerdotes, os mestres da lei e os líderes religiosos, que lhe questionaram:

Versículo 28: "Com que autoridade ages como vens agindo? Ou quem te outorgou tal autoridade para fazeres o que fazes?"

Da vez anterior em que esteve no templo, Jesus expulsou as pessoas que estavam fazendo comércio em um local sagrado. Depois, questionou essas pessoas, dizendo que elas transformavam um lugar sagrado em um covil de ladrões.

Os líderes religiosos se sentiram criticados, pois permitiam que o comércio acontecesse dentro do templo. Por isso, tentaram intimidar Jesus, perguntando com que autoridade Ele fazia tudo aquilo.

Versículo 29: Jesus lhes replicou: "Eu também vos proporei uma questão; respondei-me, e Eu vos revelarei com que autoridade tenho ministrado.

Versículo 30: O batismo de João provinha do céu ou dos seres humanos? Respondei-me pois!"

Quando os líderes judeus perguntaram a Jesus com que autoridade Ele fazia o que fazia, eles não estavam interessados na resposta, queriam apenas criar uma armadilha para Jesus.

Se Jesus dissesse que Deus é quem lhe dava autoridade, poderiam acusá-lo de blasfêmia, crime que era punido com a morte. Se Jesus dissesse que a autoridade provinha dele mesmo, o acusariam de fanatismo. Por causa disso, Jesus respondeu uma pergunta com outra pergunta.

Versículo 31: E aconteceu que eles passaram a discutir entre si: "Se afirmarmos: Do céu, ele nos indagará: 'Então, por qual razão não acreditastes nele?'

Versículo 32: Se, por outro lado, declararmos: Dos seres humanos..." Neste caso, temiam as multidões, pois todos consideravam João um profeta.

Versículo 33: Finalmente declararam a Jesus: "Não sabemos!" E Jesus, por sua vez, conclui-lhes: "Ora, nem Eu tampouco vos revelarei com que autoridade estou realizando estas obras!"

Os sacerdotes quiseram fazer uma armadilha para Jesus, mas acabaram presos nela. Jesus perguntou sobre João Batista, que havia sido morto por ordem de Herodes. Em questões religiosas, devemos evitar entrarmos em debates apenas para mostrarmos o nosso conhecimento. Se usarmos o orgulho e a vaidade ao invés do amor, ficaremos presos em nossa própria armadilha, pois iremos mostrar que a religião é, para nós, apenas uma questão de vaidade, e não de amor cristão.

Não adianta lançarmos mão de argumentos e ensinamentos para convencermos o outro. A religião serve, basicamente, para mudarmos a nós mesmos. Se alguém pedir uma palavra de orientação, querendo informações sobre a nossa religião, é nossa obrigação fazê-lo. Mas tentar converter o outro de que a nossa religião é melhor do que a dele, é uma falta de caridade.

Portanto, ao invés de debates intelectuais que não levam a nada, melhor é agirmos de maneira que sirva de exemplo aos outros e não envergonhe a nossa religião, seja ela qual for.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Marcos 11.20-26

Evangelho segundo Marcos


Capítulo 11


Versículo 20: E, caminhando eles pela manhã, viram que a figueira secara desde as raízes.

Dias antes, Jesus, que ia de Betânia a Jerusalém, havia se dirigido a esta figueira em busca de seus frutos. Como a árvore só tinha folhas, Jesus a repreendeu, dizendo que nunca mais alguém haveria de comer seus frutos.

Ao voltarem de Jerusalém, o grupo passou novamente em frente à figueira, que estava seca desde a sua raiz.

Versículo 21: Pedro, recordando-se do ocorrido, informou a Jesus: "Rabbi! Eis que a figueira que amaldiçoaste secou!"

Versículo 22: Observou-lhes Jesus: "Tende fé em Deus!"

Versículo 23: E, com toda a certeza eu vos asseguro, que se qualquer pessoa ordenar a este monte: 'Levanta-te e lança-te no mar, e não houver dúvida em seu coração, mas crer que se realizará o que pede, assim lhe será feito.'

As montanhas que devemos remover de nossas vidas com certeza encontram-se mais no campo espiritual do que material. Muitas vezes nos deparamos com um defeito em nós que gostaríamos de remover, mas temos muita dificuldade em mudar.

Se estamos há muito tempo combatendo um defeito em nós, mas sem muito sucesso, talvez não tenhamos pedido ajuda Àquele que tem o poder de nos ajudar. Se muitas coisas parecem impossíveis aos olhos dos homens, certamente não o são aos olhos de Deus.

Nosso empenho sincero em nos melhorarmos, juntamente com um pedido de ajuda a Deus, pode fazer o impossível se tornar possível.

Versículo 24: Portanto, eu vos afirmo: Tudo quanto em oração pedirdes, tenhais fé que já o recebestes, e assim vos sucederá.

Versículo 25: Mas, quando estiverdes orando, se tiverdes algum ressentimento contra alguma pessoa, perdoai-a, para que, igualmente, vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas.

Versículo 26: Entretanto, se não perdoardes, vosso Pai que está nos céus também não vos perdoará os vossos pecados."

Jesus nos ensina do poder da oração. Devemos pedir com fé, e receberemos. Entretanto, antes de pedirmos, precisamos aprender a perdoar.

Para que mereçamos o perdão de Deus, precisamos perdoar. Só assim poderemos deixar a mágoa de lado e seguirmos em frente com a nossa vida, sem ficarmos presos àquilo que nos fez mal. O perdão vai ajudar a quem perdoarmos, mas vai ajudar muito mais a nós mesmos.

Com o coração leve pelo perdão, podemos nos dirigir a Deus e pedirmos. Deus vai nos dar o que necessitamos. Entretanto, precisamos saber que existe uma diferença entre o que pedimos e o que necessitamos. Para nossa sorte, Deus sabe a diferença!

domingo, 10 de abril de 2016

Marcos 11.12-19

Evangelho segundo Marcos


Capítulo 11


Versículo 12: No dia seguinte, enquanto estavam saindo de Betânia, Jesus teve fome.

Jesus, acompanhado por Seus discípulos, realizava Sua última viagem a Jerusalém, para onde se dirigia a fim de participar das solenidades de comemoração da Páscoa judaica.

Versículo 13: E, avistando ao longe uma figueira com folhas, foi verificar se encontraria nela algum fruto. Chegando perto dela, nada encontrou, a não ser folhas, porque não era época de figos.

Jesus aproveitava toda e qualquer oportunidade para transmitir os Seus ensinamentos. Ele sabia que não era época de figos. Por isso, não devemos pensar que Ele foi até a figueira apenas para pegar alguma fruta para comer.

Versículo 14: Então a repreendeu: "Nunca mais, em tempo algum, coma alguém fruto de ti." E os discípulos escutaram quando proferiu isso.

Jesus sabia que não era época de figos. A figueira primeiro se enche de folhas novas para depois dar frutas. Não teria sentido se Ele dissesse que ninguém mais comeria os frutos daquela árvore só porque ela ainda não tinha frutificado, o que em breve aconteceria.

Versículo 15: Assim que chegou a Jerusalém, Jesus entrou no templo e começou a expulsar os que ali estavam apenas comprando e vendendo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que comercializavam pombas.

O cambistas eram pessoas que trocavam moedas estrangeiras por moedas do Templo, que eram as únicas aceitas para pagamento de impostos e para comprar os animais que eram oferecidos em sacrifício. Faziam um negócio altamente lucrativo, cobrando taxas exorbitantes.

Os animais que eram vendidos no Templo eram os únicos que podiam ser aceitos, e isso era também um negócio altamente lucrativo.

Assim, as pessoas se aproveitavam da religião para obterem vantagens financeiras (qualquer semelhança com os dias de hoje é mera semelhança).

Jesus ficou indignado ao ver o que as pessoas tinham feito de um lugar sagrado.

Versículo 16: Também não permitia que ninguém transportasse mercadorias pelo templo.

Versículo 17: E os admoesta, exclamando: "Não está escrito: 'A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos'? Vós, contudo, a tendes transformado em covil de ladrões!"

Um local sagrado, dedicado a Deus, havia se transformado num grande mercado. Tudo isso com a conivência dos sacerdotes, que deveriam ser os primeiros a zelarem pela pureza do local!

Versículo 18: Os chefes dos sacerdotes e os mestres da lei escutaram essas críticas e começaram a tramar um meio para assassiná-lo, pois o temiam, haja vista que todo povo estava maravilhado com o seu saber e ministração.

Versículo 19: E, ao por-do-sol, eles saíram da cidade.

Os sacerdotes, ao perceberem que alguém os criticava, ao invés de pensarem se Jesus tinha ou não razão, acharam mais fácil tramarem para O matarem.

Ao recebermos uma crítica, principalmente no que diz respeito a assuntos religiosos, devemos ponderar o argumento, e tentar perceber em que ponto a pessoa que nos critica pode ter razão. Pode ser que a maior parte do que ela falou não seja verdade. Entretanto, se ela tiver razão em alguma coisa, nós deveremos deixar a vaidade de lado e, de maneira racional, refletirmos.

Muitas vezes, uma pessoa que se acha nossa inimiga pode nos ensinar muito mais do que os nossos amigos. Isso porque ela nos olha com uma mente crítica, procurando nossos defeitos. Se usarmos isso a nosso favor, poderemos montar uma estratégia para suprirmos a nossa deficiência e nos aprimorarmos.

Neste episódio, Jesus usou de justa indignação, sendo veemente em Suas atitudes. Não podemos ser coniventes com coisas absurdas, pensando que reagirmos seria falta de caridade. Uma palavra enérgica, usada na hora certa, pode coibir a proliferação do mal.

E quanto à figueira? Sua estória continua na próxima postagem, na continuação do Evangelho segundo Marcos.

domingo, 3 de abril de 2016

Marcos 11.1-11

Evangelho segundo Marcos


Capítulo 11


Versículo 1: Quando estavam se aproximando de Jerusalém, chegando a Betfagé e Betânia, perto do monte das Oliveiras, enviou então Jesus dois dos seus discípulos,

Versículo 2: e lhes recomendou: "Ide ao povoado que está logo adiante de vós e, assim que entrardes, achareis um jumentinho amarrado, sobre o qual ninguém ainda montou. Soltai-o e trazei-o aqui.

Versículo 3: Se alguém vos inquirir: 'Por que fazeis isso?', replicai: 'O Senhor precisa dele e sem demora o enviará de volta para aqui!'"

Os judeus vinham de toda parte para comemorarem a Páscoa em Jerusalém. A Páscoa durava uma semana, e tinha por finalidade lembrar o grande êxodo do Egito, quando Moisés libertou o povo judeu do domínio dos egípcios.

As pessoas que tinham ouvido falar a respeito de Jesus esperavam que Ele chegasse a Jerusalém como um general importante, montado em um cavalo branco, e reunindo Seu exército para derrotar os romanos. Jesus entrou em Jerusalém com humildade, montado em um jumento.

Versículo 4: Eles partiram e logo encontraram um jumentinho na rua, amarrado a um portão, e o desprenderam.

Versículo 5: E alguns dos que estavam ali estavam censurando-lhes: "Que fazeis, soltando o jumentinho?"

Versículo 6: Eles, todavia, justificaram-se conforme Jesus os orientara; diante do que lhes permitiram seguir.

Tudo aconteceu conforme Jesus havia previsto: o jumento estava onde Ele dissera que estaria, e as pessoas aceitaram a explicação dada pelos discípulos, que era conforme o que Jesus havia orientado.

Temos mais um exemplo da capacidade de Jesus, que via não só as coisas que estavam acontecendo em locais distantes, mas sabia o que aconteceria a seguir. A distância que separa a nossa evolução da evolução espiritual de Jesus é  tamanha que temos muita dificuldade em compreender como Ele conseguia fazer certas coisas.

Temos notícias de alguns médiuns que conseguem enxergar o que aconteceu em um lugar distante, outros que conseguem ver, de maneira parcial, o que está acontecendo. Mas essas faculdades, num grau tão desenvolvido e concentradas num só indivíduo, só temos em Jesus.

Versículo 8: Então, muitas pessoas estendiam seus mantos pelo caminho, outras espalhavam ramos que tinham cortado nos campos.

Versículo 9: Tanto os que caminhavam adiante dele, como os que seguiam após, proclamavam: "Hosana! Bendito é o que vem em nome do Senhor!

Versículo 10: Bendito seja o Reino vindouro de nosso pai Davi! Hosana nos mais elevados céus!"

"Hosana" era uma expressão usada para saudar reis e governadores. Assim, vemos que o povo reconhecia Jesus como o Messias tão esperado.

Versículo 11: Então, Jesus entrou em Jerusalém e dirigiu-se ao templo. Observou tudo à sua volta e, como já era tarde, partiu para Betânia com os Doze.

A multidão havia reconhecido Jesus como o Messias que traria um novo reino, mas não sabia a que esse reino a levaria (não a um reino material, mas a um reino de amor a Deus). Essa multidão, uma semana depois, pediria a crucificação de Jesus e a libertação de um bandido.