Evangelho segundo Mateus
Capítulo 5
Versículo 43: Ouviste o que foi dito: Amarás o teu próximo, e aborrecerás o teu inimigo.
Versículo 44: Eu, porém vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei o bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem;
Versículo 45: Para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz com que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.
Versículo 46: Pois, se amardes os que vos amam, que galardão havereis? não fazem os publicanos também assim?
Versículo 47: E. se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? não fazem os publicanos também assim?
Versículo 48: Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.
"O Evangelho segundo o Espiritismo": capítulo 12, itens 3 a 6 e capítulo 17 itens 2 a 4.
Significados de "amar aos inimigos";
- não é ter para com eles uma afeição forçada;
- é não ter contra eles nem ódio nem rancor, nem desejo de vingança;
- é perdoar-lhes o mal que nos façam;
- é não colocar nenhum obstáculo à reconciliação;
- é desejar-lhes o bem no lugar do mal;
- é alegrar-se com o bem que lhes aconteça;
- é socorrê-los em caso de necessidade;
- é não fazer nada que possa prejudicá-los;
- é pagar-lhes todo o mal com o bem.
Enfim, amar ao inimigo não é ter por ele o mesmo sentimento que temos por nossos entes queridos, mas não termos por eles sentimentos negativos.
O espírita sabe que a vida presente não passa de um breve momento. Sabe também que na Terra é natural encontrar pessoas más, pois estamos num planeta de expiações e provas. Se não deve reclamar de suas provas, também não deve reclamar dos que as trazem até nós, sendo instrumentos de nosso aperfeiçoamento.
Quando Jesus nos diz para sermos perfeitos como perfeito é o nosso Pai, Ele não quer dizer que de devemos nos tornar semelhantes a Deus. Jesus apenas nos dá um modelo de perfeição, com a finalidade de nos inspirar em nossos planos de modificação e melhoria.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Evangelho segundo Mateus
Capítulo 5
Versículo 38: Ouviste o que foi dito: Olho por olho e dente por dente.
Versículo 39: Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;
Versículo 40: E ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te o vestido, larga-lhe também a capa;
Versículo 41: E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.
Versículo 42: Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes.
Em outra tradução (Nova Versão Internacional), temos:
v. 38: Vocês ouviram o que foi dito: Olho por olho e dente por dente.
v. 39: Mas eu lhes digo: Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra.
v. 40: E se alguém quiser processá-lo e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa.
v. 41: Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas.
v. 42: Dê a quem lhe pede, e não volte as costas àquele que deseja pedir-lhe algo emprestado.
"O Evangelho segundo o Espiritismo" capítulo 12 item 8.
Mais uma vez, Jesus reformula uma lei de Moisés que dizia: olho por olho, dente por dente (Êxodo cap 21, vers 24; Levítico cap. 24, vers. 20 e Deuteronômio 19, vers 21), ou seja, punir um crime da mesma maneira como esse crime foi cometido.
Será que Jesus quis dizer que não podemos nos defender das agressões que recebemos? Isso seria interpretar ao pé da letra a mensagem, perdendo o conteúdo.
Ao nos sentirmos ofendidos, sempre o nosso orgulho está envolvido nisso. O maior inimigo que temos que combater não está lá fora, mas dentro de nós. Seu nome: orgulho, vaidade, ignorância, ganância e outros mais. Esses inimigos, reais e concretos, devem ser combatidos todos os dias, pois nos prejudicam muito mais que os inimigos externos.
Através da compreensão da justiça de Deus e da fé na vida futura, entendemos que Jesus nos alerta contra a vingança e nos faz voltar o nosso olhar para o nosso interior. Portanto, não se trata de covardia quando não revidamos as agressões, mas de entender que somos espíritos eternos, e o que fazemos hoje pode repercutir daqui dezenas ou centenas de anos.
Capítulo 5
Versículo 38: Ouviste o que foi dito: Olho por olho e dente por dente.
Versículo 39: Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;
Versículo 40: E ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te o vestido, larga-lhe também a capa;
Versículo 41: E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.
Versículo 42: Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes.
Em outra tradução (Nova Versão Internacional), temos:
v. 38: Vocês ouviram o que foi dito: Olho por olho e dente por dente.
v. 39: Mas eu lhes digo: Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra.
v. 40: E se alguém quiser processá-lo e tirar-lhe a túnica, deixe que leve também a capa.
v. 41: Se alguém o forçar a caminhar com ele uma milha, vá com ele duas.
v. 42: Dê a quem lhe pede, e não volte as costas àquele que deseja pedir-lhe algo emprestado.
"O Evangelho segundo o Espiritismo" capítulo 12 item 8.
Mais uma vez, Jesus reformula uma lei de Moisés que dizia: olho por olho, dente por dente (Êxodo cap 21, vers 24; Levítico cap. 24, vers. 20 e Deuteronômio 19, vers 21), ou seja, punir um crime da mesma maneira como esse crime foi cometido.
Será que Jesus quis dizer que não podemos nos defender das agressões que recebemos? Isso seria interpretar ao pé da letra a mensagem, perdendo o conteúdo.
Ao nos sentirmos ofendidos, sempre o nosso orgulho está envolvido nisso. O maior inimigo que temos que combater não está lá fora, mas dentro de nós. Seu nome: orgulho, vaidade, ignorância, ganância e outros mais. Esses inimigos, reais e concretos, devem ser combatidos todos os dias, pois nos prejudicam muito mais que os inimigos externos.
Através da compreensão da justiça de Deus e da fé na vida futura, entendemos que Jesus nos alerta contra a vingança e nos faz voltar o nosso olhar para o nosso interior. Portanto, não se trata de covardia quando não revidamos as agressões, mas de entender que somos espíritos eternos, e o que fazemos hoje pode repercutir daqui dezenas ou centenas de anos.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Evangelho segundo Mateus
Capítulo 5
Versículo 33: Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor.
Versículo 34: Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jurareis: nem pelo céu, porque é o trono de Deus;
Versículo 35: Nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei;
Versículo 36: Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto.
Versículo 37: Seja, porém, o vosso falar: Sim,sim, Não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.
Perjúrio: ato ou efeito de perjurar (perjurar: jurar em falso).
Escabelo: pequeno banco de apoio para os pés.
Juramento: afirmação ou promessa solene que se faz invocando como penhor de sua boa-fé um valor moral reconhecido.
Que sentido tem uma pessoa que jura e, como seu caráter não merece total confiança, para provar que o que está falando é a verdade pede o testemunho de alguém 100% confiável (no caso, Deus)? Se, ao fazermos uma afirmação, não temos credibilidade suficiente para que nosso interlocutor acredite em nós, não adianta pedirmos para Deus ser o avalista de nosso caráter.
Temos por hábito, ao falarmos algo difícil de ser levado a sério, dizermos: Juro por Deus que é verdade. O que Deus tem a ver com nossa conduta, nossos problemas e nossos antecedentes que dificultam sermos levados a sério?
Se precisamos jurar por algo ou por alguém (Juro pela saúde dos meus filhos"), é porque ao longo de nossa vida não agimos de maneira coerente, pois falamos uma coisa e pensamos ou agimos de maneira diferente, o que não deixa de ser uma maneira de mentir.
Ao acharmos "normal" falarmos pequenas mentiras, abrimos brechas para que o mal se instale em nossos corações. Podemos até ficar calados, mas nunca mentir.
Portanto, quando falarmos "sim", que seja um "sim" verdadeiro, e quando falarmos "não", que isto seja real. O que foge disso certamente não vem de Deus.
Capítulo 5
Versículo 33: Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor.
Versículo 34: Eu, porém, vos digo que de maneira nenhuma jurareis: nem pelo céu, porque é o trono de Deus;
Versículo 35: Nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei;
Versículo 36: Nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto.
Versículo 37: Seja, porém, o vosso falar: Sim,sim, Não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna.
Perjúrio: ato ou efeito de perjurar (perjurar: jurar em falso).
Escabelo: pequeno banco de apoio para os pés.
Juramento: afirmação ou promessa solene que se faz invocando como penhor de sua boa-fé um valor moral reconhecido.
Que sentido tem uma pessoa que jura e, como seu caráter não merece total confiança, para provar que o que está falando é a verdade pede o testemunho de alguém 100% confiável (no caso, Deus)? Se, ao fazermos uma afirmação, não temos credibilidade suficiente para que nosso interlocutor acredite em nós, não adianta pedirmos para Deus ser o avalista de nosso caráter.
Temos por hábito, ao falarmos algo difícil de ser levado a sério, dizermos: Juro por Deus que é verdade. O que Deus tem a ver com nossa conduta, nossos problemas e nossos antecedentes que dificultam sermos levados a sério?
Se precisamos jurar por algo ou por alguém (Juro pela saúde dos meus filhos"), é porque ao longo de nossa vida não agimos de maneira coerente, pois falamos uma coisa e pensamos ou agimos de maneira diferente, o que não deixa de ser uma maneira de mentir.
Ao acharmos "normal" falarmos pequenas mentiras, abrimos brechas para que o mal se instale em nossos corações. Podemos até ficar calados, mas nunca mentir.
Portanto, quando falarmos "sim", que seja um "sim" verdadeiro, e quando falarmos "não", que isto seja real. O que foge disso certamente não vem de Deus.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Evangelho segundo Mateus
Capítulo 5
Versículo 31: Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de desquite.
Versículo 32: Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.
Outra tradução (NVI):
32: Mas eu lhes digo que todo aquele que se divorciar de sua mulher, exceto por imoralidade sexual, faz que ela se torne adúltera, e quem se casar com a mulher divorciada estará cometendo adultério.
"O Evangelho segundo o Espiritismo", capítulo 22, item 5
No tempo de Jesus, prevalecia a lei de Moisés, que dizia que uma mulher adúltera deveria ser punida. Essa punição era a morte por apedrejamento.
Querendo modificar essa lei, que não era mais adequada para o nível de evolução espiritual alcançada pelo povo naquele momento, Jesus troca a punição (pena de morte) por uma proibição, a de que a mulher adúltera não poderia se casar novamente.
Temos uma reflexão interessante: O que significa o casamento? Podemos pensar numa sociedade, que tem por base o afeto e o mútuo respeito, onde se busca compartilhar os bons momentos e um ponto de apoio nos períodos turbulentos, além de uma cooperação para a evolução espiritual. Esse tipo de casamento apresentaria poucos motivos e oportunidades para ser rompido.
Assim com Deus estabeleceu uma aliança conosco, momentaneamente estabelecemos uma aliança com nosso parceiro, aliança esta que às vezes é planejada antes de reencarnarmos, envoltas em muitas promessas e planos para o futuro.
Ás vezes, essas alianças são feitas na presente encarnação, às pressas, tento em vista apenas objetivos materiais momentâneos. Cessado o motivo, dissolve-se a união.
Nos casos em que o casamento coloca em risco a segurança física e mental de um dos participantes, a separação acaba sendo um ato de caridade. Adia-se o compromisso para um momento mais oportuno.
Como tudo na vida, o sucesso ou fracasso de nossas uniões depende dos objetivos que levaram a essa união, e o que estamos dispostos a fazer para a manter.
Capítulo 5
Versículo 31: Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de desquite.
Versículo 32: Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.
Outra tradução (NVI):
32: Mas eu lhes digo que todo aquele que se divorciar de sua mulher, exceto por imoralidade sexual, faz que ela se torne adúltera, e quem se casar com a mulher divorciada estará cometendo adultério.
"O Evangelho segundo o Espiritismo", capítulo 22, item 5
No tempo de Jesus, prevalecia a lei de Moisés, que dizia que uma mulher adúltera deveria ser punida. Essa punição era a morte por apedrejamento.
Querendo modificar essa lei, que não era mais adequada para o nível de evolução espiritual alcançada pelo povo naquele momento, Jesus troca a punição (pena de morte) por uma proibição, a de que a mulher adúltera não poderia se casar novamente.
Temos uma reflexão interessante: O que significa o casamento? Podemos pensar numa sociedade, que tem por base o afeto e o mútuo respeito, onde se busca compartilhar os bons momentos e um ponto de apoio nos períodos turbulentos, além de uma cooperação para a evolução espiritual. Esse tipo de casamento apresentaria poucos motivos e oportunidades para ser rompido.
Assim com Deus estabeleceu uma aliança conosco, momentaneamente estabelecemos uma aliança com nosso parceiro, aliança esta que às vezes é planejada antes de reencarnarmos, envoltas em muitas promessas e planos para o futuro.
Ás vezes, essas alianças são feitas na presente encarnação, às pressas, tento em vista apenas objetivos materiais momentâneos. Cessado o motivo, dissolve-se a união.
Nos casos em que o casamento coloca em risco a segurança física e mental de um dos participantes, a separação acaba sendo um ato de caridade. Adia-se o compromisso para um momento mais oportuno.
Como tudo na vida, o sucesso ou fracasso de nossas uniões depende dos objetivos que levaram a essa união, e o que estamos dispostos a fazer para a manter.
domingo, 16 de junho de 2013
Evangelho segundo Mateus
Capítulo 5
Versículo 27: Ouvis o que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério.
Versículo 28: Eu porém vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.
Versículo 29: Portanto, se teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.
Versículo 30: E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.
"O Evangelho segundo o Espiritismo", capítulo 8, itens 6, 7, 12 a 17.
Ao dizer que também pecamos em pensamento, Jesus vai além do que ensinam as leis de Moisés.
Quando Moisés tirou o povo hebreu do Egito e o levou até a Terra Prometida, estava em contato com esse povo turbulento, indisciplinado e violento. Por isso, precisou fazer leis rígidas que disciplinassem a vida em sociedade.
Ao longo dos séculos, esses espíritos foram evoluindo. No tempo de Jesus, eles já tinham condições de entender que o pecado (erro) estava presente não só nas ações, mas nos pensamentos também.
O pecado nada mais é do que agir contra as leis de Deus.
No início de seu processo evolutivo, o homem ainda ignorante das leis de Deus erra em suas atitudes e em seus pensamentos. Conforme vai evoluindo, tem condições de entender que não pode mais agir de maneira equivocada, contrariando as leis divinas. Ao atingir certo grau de maturidade, consegue não só não agir contrariando essas leis, mas nem ao menos ter pensamentos que as contrarie.
Toda atitude tem início no pensamento, Portanto, um pensamento errado vai nos conduzir a ações erradas.
Quando Jesus diz que é melhor cortarmos um membro do que sermos lançados no inferno, à luz da reencarnação podemos ver isso, em alguns casos, em pessoas que já nascem com algum tipo de deficiência ou as adquire ao longo da vida. Isso pode ser um indício de que Deus, em sua infinita bondade, colocou um freio natural nela par promover o seu progresso e impedir que caia em erros que a comprometam. Obviamente isso não se aplica a todos os casos.
Quanto mais nos ajustarmos às leis divinas, menos sofreremos e poderemos caminhar de maneira muito rápida e suave em direção à evolução espiritual.
Capítulo 5
Versículo 27: Ouvis o que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério.
Versículo 28: Eu porém vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.
Versículo 29: Portanto, se teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti, pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.
Versículo 30: E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.
"O Evangelho segundo o Espiritismo", capítulo 8, itens 6, 7, 12 a 17.
Ao dizer que também pecamos em pensamento, Jesus vai além do que ensinam as leis de Moisés.
Quando Moisés tirou o povo hebreu do Egito e o levou até a Terra Prometida, estava em contato com esse povo turbulento, indisciplinado e violento. Por isso, precisou fazer leis rígidas que disciplinassem a vida em sociedade.
Ao longo dos séculos, esses espíritos foram evoluindo. No tempo de Jesus, eles já tinham condições de entender que o pecado (erro) estava presente não só nas ações, mas nos pensamentos também.
O pecado nada mais é do que agir contra as leis de Deus.
No início de seu processo evolutivo, o homem ainda ignorante das leis de Deus erra em suas atitudes e em seus pensamentos. Conforme vai evoluindo, tem condições de entender que não pode mais agir de maneira equivocada, contrariando as leis divinas. Ao atingir certo grau de maturidade, consegue não só não agir contrariando essas leis, mas nem ao menos ter pensamentos que as contrarie.
Toda atitude tem início no pensamento, Portanto, um pensamento errado vai nos conduzir a ações erradas.
Quando Jesus diz que é melhor cortarmos um membro do que sermos lançados no inferno, à luz da reencarnação podemos ver isso, em alguns casos, em pessoas que já nascem com algum tipo de deficiência ou as adquire ao longo da vida. Isso pode ser um indício de que Deus, em sua infinita bondade, colocou um freio natural nela par promover o seu progresso e impedir que caia em erros que a comprometam. Obviamente isso não se aplica a todos os casos.
Quanto mais nos ajustarmos às leis divinas, menos sofreremos e poderemos caminhar de maneira muito rápida e suave em direção à evolução espiritual.
Evangelho segundo Mateus
Capítulo 5
Versículo 23: Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,
Versículo 24: Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem e apresenta a tua oferta.
Versículo 25: Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.
Versículo 26: Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil.
"O Evangelho segundo o Espiritismo" capítulo 10 itens 6 e 8.
No tempo de Jesus, existiam leis que determinavam que, para cada tipo de falta cometida, uma determinada oferta deveria ser feita no templo. Isso valia tanto para as faltas morais como para assuntos da vida diária. No Antigo Testamento, encontramos extensos capítulos que descrevem as leis e as penalidades para cada ato que contrarie essa lei.
Jesus amplia o entendimento das leis de Deus. Ao pregar o amor ao próximo como a segunda lei mais importante (a primeira é amar a Deus sobre todas as coisas), Ele atualiza as leis antigas dadas por Moisés, pois sabia que o entendimento do povo tinha evoluído com o passar do tempo. Assim, o perdão fica sendo mais importante que fazer a oferta preconizada. Em diversas passagens, Jesus diz: eu, porém, vos digo. Isso quer dizer que Ele dá uma nova interpretação aos ensinamentos dados anteriormente.
A reconciliação com os inimigos enquanto estamos no caminho com ele, ou seja, durante a presente encarnação, é um conselho muito sábio. A última coisa de que precisamos é ter um inimigo desencarnado, invisível aos nossos olhos, com sede de vingança e com o único propósito de fazer a nós tanto mal quanto fizemos a ele.
Portanto, além de ser uma atitude de caridade cristã, o perdão das ofensas e a consequente reconciliação é algo que vai nos poupar de muitos aborrecimentos futuros.
Se pensarmos "tenho toda a eternidade para voltar a me entender com tal pessoa", devemos nos lembrar de que essa pessoa também tem toda a eternidade para nos perseguir e atormentar, cobrando o mal feito por nós.
Assim, para a nossa paz interior e para nossa evolução espiritual, não devemos permitir que a mágoa tenha lugar em nossos corações. Devemos seguir adiante, sem remoermos pretensas ofensas recebidas. Isso vai fazer a nossa caminhada mais leve, e trazer o nosso coração mais tranquilo.
Capítulo 5
Versículo 23: Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,
Versículo 24: Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem e apresenta a tua oferta.
Versículo 25: Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.
Versículo 26: Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil.
"O Evangelho segundo o Espiritismo" capítulo 10 itens 6 e 8.
No tempo de Jesus, existiam leis que determinavam que, para cada tipo de falta cometida, uma determinada oferta deveria ser feita no templo. Isso valia tanto para as faltas morais como para assuntos da vida diária. No Antigo Testamento, encontramos extensos capítulos que descrevem as leis e as penalidades para cada ato que contrarie essa lei.
Jesus amplia o entendimento das leis de Deus. Ao pregar o amor ao próximo como a segunda lei mais importante (a primeira é amar a Deus sobre todas as coisas), Ele atualiza as leis antigas dadas por Moisés, pois sabia que o entendimento do povo tinha evoluído com o passar do tempo. Assim, o perdão fica sendo mais importante que fazer a oferta preconizada. Em diversas passagens, Jesus diz: eu, porém, vos digo. Isso quer dizer que Ele dá uma nova interpretação aos ensinamentos dados anteriormente.
A reconciliação com os inimigos enquanto estamos no caminho com ele, ou seja, durante a presente encarnação, é um conselho muito sábio. A última coisa de que precisamos é ter um inimigo desencarnado, invisível aos nossos olhos, com sede de vingança e com o único propósito de fazer a nós tanto mal quanto fizemos a ele.
Portanto, além de ser uma atitude de caridade cristã, o perdão das ofensas e a consequente reconciliação é algo que vai nos poupar de muitos aborrecimentos futuros.
Se pensarmos "tenho toda a eternidade para voltar a me entender com tal pessoa", devemos nos lembrar de que essa pessoa também tem toda a eternidade para nos perseguir e atormentar, cobrando o mal feito por nós.
Assim, para a nossa paz interior e para nossa evolução espiritual, não devemos permitir que a mágoa tenha lugar em nossos corações. Devemos seguir adiante, sem remoermos pretensas ofensas recebidas. Isso vai fazer a nossa caminhada mais leve, e trazer o nosso coração mais tranquilo.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Evangelho segundo Mateus
Capítulo 5
Versículo 21: Ouviste o que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu em juízo.
Versículo 22: Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo, e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.
"O Evangelho segundo o Espiritismo": capítulo 9, itens 4 e 9.
Raca: entre os hebreus, era um termo de desprezo, que significava "homem de má conduta" e era pronunciado cuspindo-se e virando o rosto.
Deus leva em consideração não só as nossas atitudes, mas também a nossa intenção. Mesmo palavras que não são consideradas ofensivas podem esconder uma raiva profunda e uma vontade muito grande de ferir o outro.
Nós ferimos os outros não só com atos, mas principalmente com palavras. A agressão física não é muito frequente no cotidiano, mas a verbal está presente desde o momento que acordamos até a hora em que vamos dormir (e às vezes nos acompanha no período em que nosso corpo dorme).
Por trás de toda essa agressividade, existe o orgulho ferido. Achamos que somos tão importantes que não podemos perder tempo, e que nossa opinião é a melhor que existe. Sempre nos achamos melhores do que tudo e todos.
Devido ao nosso orgulho, agimos como feras enjauladas. Se alguém nos filmasse nesses momentos de perda da razão, seria uma cena muito ridícula de se ver.
Todo cristão tem obrigação de domar o seu temperamento. Ao entendermos que todos somos filhos de um mesmo Pai, não há motivo para nos julgarmos ser melhor do que o outro. Não vale a desculpa de "eu sou assim, quem quiser que me aceite como sou". Devemos dizer: "sou assim, Deus por favor me ajude a mudar".
Capítulo 5
Versículo 21: Ouviste o que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu em juízo.
Versículo 22: Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo, e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.
"O Evangelho segundo o Espiritismo": capítulo 9, itens 4 e 9.
Raca: entre os hebreus, era um termo de desprezo, que significava "homem de má conduta" e era pronunciado cuspindo-se e virando o rosto.
Deus leva em consideração não só as nossas atitudes, mas também a nossa intenção. Mesmo palavras que não são consideradas ofensivas podem esconder uma raiva profunda e uma vontade muito grande de ferir o outro.
Nós ferimos os outros não só com atos, mas principalmente com palavras. A agressão física não é muito frequente no cotidiano, mas a verbal está presente desde o momento que acordamos até a hora em que vamos dormir (e às vezes nos acompanha no período em que nosso corpo dorme).
Por trás de toda essa agressividade, existe o orgulho ferido. Achamos que somos tão importantes que não podemos perder tempo, e que nossa opinião é a melhor que existe. Sempre nos achamos melhores do que tudo e todos.
Devido ao nosso orgulho, agimos como feras enjauladas. Se alguém nos filmasse nesses momentos de perda da razão, seria uma cena muito ridícula de se ver.
Todo cristão tem obrigação de domar o seu temperamento. Ao entendermos que todos somos filhos de um mesmo Pai, não há motivo para nos julgarmos ser melhor do que o outro. Não vale a desculpa de "eu sou assim, quem quiser que me aceite como sou". Devemos dizer: "sou assim, Deus por favor me ajude a mudar".
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