segunda-feira, 17 de março de 2014

Mateus 13, 54-58

Evangelho segundo Mateus


Capítulo 13


Versículo 54: E, chegando à sua pátria, ensinava-os na sinagoga deles, de sorte que se maravilhavam, e diziam: Donde veio a este a sabedoria, e estas maravilhas?

Versículo 55: Não é este o filho do carpinteiro? e não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, e José, e Simão, e  Judas?

Versículo 56: E não estão entre nós todas as suas irmãs? Donde veio pois tudo isto?

Versículo 57: E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, a não ser na sua pátria e na sua casa.

Versículo 58: E não fez ali muitas maravilhas, por causa da incredulidade deles.

Comentários


Segundo a tradição religiosa do povo hebreu, apenas aos levitas, ou seja, aos pertencentes à tribo de Levi, era dado o direito de se tornarem sacerdotes e ensinarem nas sinagogas. Jesus era descendente da tribo de Judá. Por isso, não tinha o direito de pregar. Como Jesus também não havia recebido uma educação religiosa formal, não poderia pregar.

Nas sinagogas, qualquer pessoa poderia discutir e colocar as suas ideias. Mas Jesus ia além disso, pois propunha uma nova interpretação às leis contidas no Torá (cinco primeiros livros do Antigo Testamento). Seria o equivalente a, nos dias de hoje, uma pessoa praticamente analfabeta participar de debates nas Universidades. A diferença estava no fato de que Jesus tinha autoridade moral para propor uma nova visão para as antigas leis. Isso aconteceu devido ao longo processo evolutivo pelo qual Jesus havia passado, que fez com que Ele entendesse a natureza íntima de Deus.

Como aquelas pessoas conheciam Jesus desde criança e o haviam visto crescer, não conseguiam aceitar que Ele havia mudado, pois não era mais apenas o filho de um pobre carpinteiro.

A palavra "profeta" servia para designar aquelas pessoas que pregavam a palavra de Deus. Neste sentido, nunca houve um profeta como Jesus. Mas aqueles que o conheciam desde a infância não admitiam isso.

Devido à incredulidade das pessoas que moravam na cidade onde cresceu, Jesus não conseguiu realizar muitos milagres lá. Isso nos faz pensar, pois muitas vezes ao mesmo tempo que pedimos por milagres em nossas vidas, damos provas que não acreditamos em Jesus e em Seu poder de realizá-los.

terça-feira, 11 de março de 2014

Mateus 13, 52-53

Evangelho segundo Mateus


Capítulo 13


Versículo 52: E ele disse-lhes: Por isso, todo o escriba instruído acerca do reino dos céus é semelhante a um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.

Versículo 53: E aconteceu que Jesus, concluindo estas parábolas, se retirou dali.

Comentários


As pessoas que pretendem transmitir os ensinamentos de Jesus devem se dedicar ao estudo de "coisas novas" e "coisas velhas". Podemos considerar dois pares de significados para "coisas novas/velhas": "antigo testamento/novo testamento" e "obras básicas/obras recentes do Espiritismo".

Antigo/Novo Testamento


Podemos perguntar o motivo de precisarmos estudar o Antigo Testamento. Se acreditamos que Jesus veio trazer um novo entendimento das leis de Deus, podemos pensar que este estudo se faz supérfluo. No entanto, não podemos tirar Jesus de um contexto histórico e cultural. Jesus nasceu no povo judeu, que era um dos poucos povos a acreditarem num único Deus. Este povo esperava a vinda do Messias prometido, que traria a libertação do povo. Na época de Jesus, os romanos dominavam o povo judeu. Por isso, os sacerdotes deste povo só aceitariam um Messias que viesse trazer a liberdade política para seu povo. Não conseguiram enxergar que Jesus traria a liberdade de espírito, que não poderia ser tomada por mais ninguém. Todo o evangelho de Mateus é dedicado a provar que Jesus era o Messias prometido. Se não soubermos o significado disso, boa parte da mensagem deste evangelho fica perdida.

Muitas das situações criadas entre Jesus e os fariseus dizem respeito a leis que regiam o comportamento do povo judeu. Isso só faz sentido se tivermos conhecimento destas leis.

Obras básicas/obras recentes sobre Espiritismo


Quando falamos de Espiritismo, estamos falando de estudo do Espiritismo. O Espiritismo é uma religião que deve ser estudada. Não é possível uma pessoa conhecer o Espiritismo apenas por frequentar reuniões e ouvir palestras. É preciso dedicação ao estudo para termos esse conhecimento.

Como exemplo de obras básicas para entendermos o Espiritismo, temos, além das obras de Allan Kardec, os livros de outros escritores fundamentais: Dellane, Bozzano, Aksakov, Denis e outros.

Entre as obras mais recentes que devem ser estudadas, temos a série psicografada por Chico Xavier, que começa com "Nosso Lar". Estes livros devem ser estudados, e não apenas lidos.

Para aquele que queira iniciar o estudo do Espiritismo, recomendo que leia as obras básicas de Kardec na ordem em que foram escritas. Depois, as obras dos autores clássicos. Temos então a terceira fase, que são as obras ditadas por André Luiz, e psicografadas por Chico Xavier. A partir desta base, sinta-se livre para ler de maneira crítica os outros escritores.

Fica um alerta: não se iludam, romance espírita não substitui o estudo. São obras boas, mas não para serem estudadas. Trazem informações, mas não substituem o estudo do Espiritismo.

A série de André Luiz, que começa com "Nosso Lar", é constituída por relatos da vida após a morte. São fontes para profunda reflexão, pois trazem inúmeras informações sobre a vida após a morte.

Boa leitura a todos.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Mateus 13, 47-51

Evangelho segundo Mateus


Capítulo 13


Versículo 47: Igualmente o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanha toda qualidade de peixes.

Versículo 48: E, estando cheia, a puxam para a praia; e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora.

Versículo 49: Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus dentre os justos.

Versículo 50: E lançá-los-ão na fornalha de fogo: ali haverá pranto e ranger de dentes.

Versículo 51: E disse-lhes Jesus: Entendestes todas estas coisas? Disseram-lhes eles: Sim, Senhor.

Comentários


Nos círculos religiosos, podemos encontrar todo tido de pessoa, desde os preocupados em entender e divulgar a mensagem de Jesus como aqueles interessados em tirar proveito dos crédulos e incautos.

Podemos pensar: por que Deus não impede os espertalhões de usarem a religião para enganarem os outros? Mas quem somos nós para pedirmos que Deus nos dê explicação dos Seus atos?

Deus permite que todas as pessoas tenham acesso ao reino dos céus, ou seja, aos seus ensinamentos. Mas, em determinado momentos, os maus serão separados dos bons. Assim como se espera o crescimento do joio para o diferenciar do trigo (veja a parábola do joio e do trigo), Deus também permite que os bons e maus convivam durante certo tempo para aprendizado mútuo.

Este convívio é produtivo para ambas as partes: os bons podem exercer a tolerância e a caridade; e os maus têm a oportunidade de aprendizado através do exemplo dos bons.

Tudo o que existe tem uma finalidade na vida. A cada um é dada a chance de arrependimento e retomada de atitudes. Mais cedo ou mais tarde, vai chegar o momento em que as pessoas serão separadas segundo o seu grau de evolução espiritual. Os que forem retirados do convívio das pessoas boas sofrerão bastante, pois estavam em um lugar melhor do que de fato mereciam. Ao serem realocados para locais mais adequados ao seu estado evolutivo, "haverá pranto e ranger de dentes".

Assim sendo, não devemos nos preocupar com as aparentes injustiças na Terra. O tempo se encarregará de mostrar a verdade.

terça-feira, 4 de março de 2014

Mateus 13, 44-46

Evangelho segundo Mateus


Capítulo 13


Versículo 44: Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo.

Versículo 45: Outrossim, o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas;

Versículo 46: E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a.

Comentários


Passamos a maior parte de nossa vida em busca de coisas que não vão fazer a menor diferença quando morrermos. Nos minutos finais, ninguém vai se preocupar com o carro novo que quer comprar, nem com roupa de marca ou a casa na praia.

Na hora final, a única coisa que pode nos interessar é para onde vamos. E isso vai ser determinado pelo que fizemos nesta vida. Conseguimos sair melhor do que chegamos? Conseguimos superar certas falhas em nosso caráter? Reconciliamo-nos com nossos adversários, conforme prometemos antes de reencarnarmos?

Durante toda a nossa vida, a todo momento temos que fazer opções. Só que escolhemos somente levando em conta o presente, como se não houvesse amanhã nem vida após a morte. Somos eternos, já existíamos antes de nascer e vamos continuar após a nossa morte. O que de fato é importante perante este conceito de imortalidade da alma?

Se pensarmos que somos criados por Deus, e que vamos ainda viver muitas e muitas vezes, os nossos conceitos e prioridades vão se modificar. Deus não nos cria para acumular bens materiais. Ele nos ensinou, através de seu filho Jesus, que por um breve instante, a que damos o nome de "vida", poderemos administrar os bens que de fato pertencem a Ele, mas que tudo vai ser deixado para trás em algum momento.

Jesus já havia dito que onde estivesse o nosso tesouro, lá estaria o nosso coração. Se o nosso tesouro for o entendimento que todos somos filhos de um mesmo Pai, que todos fomos criados através de um ato de amor e para o amor, faremos de nossa vida algo de fato significativo, para nós e para os outros.

domingo, 2 de março de 2014

Mateus 13, 33-35

Evangelho segundo Mateus


Capítulo 13


Versículo 33: Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado.

Versículo 34: Tudo isso disse Jesus por parábolas à multidão, e nada lhes falava sem parábolas;

Versículo 35: Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta, que disse: Abrirei em parábolas a minha boca; publicarei coisas ocultas desde a criação do mundo.

Comentários


O fermento, ao ser colocado na farinha, fica misturado a ela, perdendo sua identidade própria. Os ensinamentos de Jesus, tal qual o fermento, devem estar misturados a todas as ações de nossa vida, de modo a não sabermos quais ações são "do mundo" e quais tem caráter religioso.

O fermento acaba por penetrar em toda a farinha, fazendo com que ela cresça. Os ensinamentos de Jesus não podem ser deixados de lado, fechados num compartimento, só sendo usados em ocasiões especiais de nossa vida. Esses ensinamentos tem o potencial de penetrar em todos os aspectos de nossa vida, fazendo com que ela seja transformada.

Ao transmitir Seus ensinamentos à multidão, Jesus procurava sempre fazer uma comparação entre o que queria transmitir e o que fazia parte do cotidiano dessas pessoas. Fazia isso para que houvesse um melhor entendimento de Sua mensagem. Por isso, usava sempre as parábolas, cuja imagem aparentemente simples ajudava a fixar a mensagem.

No Salmo 78, versículo 2, cita-se o que foi dito neste trecho do evangelho, no versículo 35. Como Mateus tinha como tema principal provar que Jesus era o Messias prometido, procurava sempre embasar os acontecimentos da vida de Jesus em trechos do Antigo Testamento que poderiam falar sobre o Messias.

Vamos deixar que a mensagem de Jesus penetre em nossos corações e dirija todas as nossas decisões em todos os aspectos de nossa vida, não importando se for no aspecto pessoal ou no profissional. Assim, agiremos como verdadeiros cristãos.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Mateus 13, 31-32

Evangelho segundo Mateus


Capítulo 13


Versículo 31: Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando dele, semeou no seu campo;

Versículo 32: O qual é realmente a mais pequena de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.

Comentários


Ao tomarmos contato com esta pequena semente, que se chama fé, ficamos cheios de entusiasmo. Queremos contar a todos a maravilha que descobrimos. Também queremos participar de todas as atividades que o Centro oferece. Este entusiasmo é comum em pessoas que acabaram de se converter ao Espiritismo.

Este entusiasmo nada tem de errado, mas precisa ser melhor compreendido. Toda semente, na natureza, precisa de tempo para se desenvolver. A nossa fé também. Precisamos de tempo para que a nossa fé cresça, crie raízes e esteja pronta para dar frutos.

Temos que ter todo o cuidado e carinho com a nova fé que desabrocha. Se formos muito afoitos, querendo participar de todas as atividades que o Centro oferece, corremos o risco de perturbar o desenvolvimento desta semente, comprometendo o seu futuro.

Se formos excessivamente cuidadosos, achando que primeiro temos que ler todas as obras básicas para só então praticar o que o Espiritismo nos ensina, corremos o risco de deixar essa semente embolorar e não se desenvolver.

Estudo e prática devem andar juntos. Ambos temperados com bom senso e moderação. Existe a vida religiosa, que deve valorizada e vivenciada. Existe também a vida cotidiana, que deve ser direcionada pela nossa crença religiosa. Ambas devem se inter penetrar e conviver em harmonia.

Portanto, um conselho aos recém-convertidos: bom senso e moderação. Não sejam afoitos, querendo frequentar o Centro sete dias na semana. Não sejam displicentes, querendo dedicar apenas uma hora por semana para o seu desenvolvimento espiritual.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Mateus 13, 24-30

Evangelho segundo Mateus


Capítulo 13


Versículo 24: Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia boa semente no seu campo;

Versículo 25: Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou o joio no meio do trigo, e retirou-se.

Versículo 26: E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio.

Versículo 27: E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu no teu campo boa semente? Por que tem então joio?

Versículo 28: E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo?

Versículo 29: Porém ele lhes disse: Não; para que ao colher o joio não arranqueis também o trigo com ele.

Versículo 30: Deixai crescer ambos juntos até a ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas o trigo ajunta-o no meu celeiro.

Comentários


Encontramos a explicação que Jesus deu dessa parábola nos versículos 36 a 43 deste capítulo.

Versículo 36: Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para casa. E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo.

Depois de pregar à multidão, Jesus vai para sua casa na companhia de seus discípulos. Eles pedem que Jesus lhes explique a parábola do joio e do trigo. Muitas vezes, Jesus aprofunda seus ensinamentos em conversas particulares com seus discípulos.
Estes discípulos, antes de reencarnarem, foram selecionados e preparados para receberem os ensinamentos de Jesus, pois caberia a eles darem continuidade às pregações de Jesus e perpetuarem a Sua mensagem.

Versículo 37: E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem.

"Filho do homem" era a expressão usada para designar o Messias prometido. Como a finalidade de Mateus era comprovar que Jesus era de fato o Messias prometido, vamos encontrar essa expressão com muita frequência em seu relato.
Ao comparar o reino dos céus ao homem que semeia a boa semente em seu campo, Jesus diz que a Sua missão é ensinar ao povo sobre as leis de Deus.
Podemos comparar a expressão "reino dos céus" com o futuro que Deus planejou para nós, num mundo onde reine o amor e a justiça.

Versículo 38: O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno.

O campo onde Jesus planta a sua palavra é o mundo.
A boa semente é composta dos discípulos de Jesus, que se encarregam de transmitir os Seus ensinamentos.
O joio é uma planta que pode crescer até um metro de altura. Usualmente cresce nos mesmos locais onde o trigo é produzido, e é considerada uma erva daninha. A semelhança entre elas é muito grande. O joio pode ser venenoso.
Nesta parábola, Jesus compara o joio, um trigo falso e venenoso, com pessoas que se dedicam ao mal. Podemos estender essa comparação a pessoas que aparentemente pregam a palavra de Jesus, mas que a misturam com falsos ensinamentos e ideias enganosas. Muitos fazem isso por ignorância. Outros, para obterem vantagens materiais. Alguns por acreditarem que são os únicos que entendem o significado da mensagem de Jesus.

Versículo 39: O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos.

Quem semeia o falso trigo, ou seja, falsas interpretações da mensagem de Jesus, presta serviço ao mal.
A colheita (ceifa) é comparada ao final do mundo. Podemos ver isso como uma simbologia do final de cada existência, quando colheremos obrigatoriamente o que plantamos durante a nossa vida como encarnados.
Os ceifeiros são os encarregados de dar cumprimento à justiça divina.

Versículo 40: Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo.

No tempo correto, tudo será esclarecido. Os falsos ensinamentos cairão por terra.

Versículo 41: Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o  causa escândalo, e os que cometem iniquidade.
Versículo 42: E lança-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.

Todas as pessoas que pregam em nome de Jesus e causam escândalos serão desmascaradas. No momento de prestarem conta, certamente haverá pranto e ranger de dentes.

Versículo 43: Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

Nada como o tempo para esclarecer os fatos. As ideias equivocadas a respeito da mensagem de Jesus cairão por terra no final, e os que permanecerem fiéis à Sua mensagem finalmente terão um lugar ao sol.

De maneira geral, Jesus conta que veio ao mundo para ensinar as leis de Deus. Muitos se aproveitam da invigilância e falta de conhecimento das pessoas para pregarem ensinamentos que até se parecem com os de Jesus, mas que na realidade são venenosos.
Jesus nos alerta que o joio, que foi semeado junto ao trigo, não vai permanecer enganando para sempre. No momento oportuno, será arrancado e lançado ao forno. Mas cedo ou mais tarde os falsos ensinamentos serão desmascarados, e a verdadeira mensagem de Jesus será reconhecida.